quinta-feira, 21 de maio de 2009

gripar e sonhar não custa


OMS diz que gripe suína pode afetar um terço da população

Pela primeira vez em anos vislumbro a possibilidade real de um mundo mais justo. Outras pessoas em outras épocas enxergaram semelhante coisa. Estavam redondamente enganadas e eu, muito provavelmente, terei a mesma sorte.

Em todo caso, eu tenho fé. Por mais que a raça esteja com os dias contados, nunca é demais imaginar a humanidade livre de um bocado de gente inútil. O problema é que a literatura médica não registra patologia humana alguma que distingua seus infectados por nível de retardo intelectual.

E nem mesmo a gente finíssima H1N1 deixa de ser, no fim das contas, uma roleta russa. Mas você pode ir aí se divertindo, sei lá, pensando em qualquer pandemia que eliminasse do alcance dos olhos algumas presenças miúdas que deveriam sequer ter nascido.

Aí vão três figuras nas quais a minha moléstia ideal daria cabo. Duas delas já me enjoei de tanto ouvir falar, e a outra francamente não presta para nada.

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