quarta-feira, 29 de julho de 2009

What time is now?

It's...



...with a baseball bat!

(Sim, sem idéias de novo)

domingo, 26 de julho de 2009

Não precisa ligar de volta não...

Acho melhor tomar cuidado para que você passa o seu telefone...


"Porque a vida é uma caixinha de surpresas!"

Do Blog do Fu.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Nova arma da polícia para perseguições


Eficácia comprovada!

Do Capinaremos.

sábado, 18 de julho de 2009

Quando você pensava que não podia ficar pior... (1)

Eu não assisti...
Mas Pelamordedeus...



"Tsc,tsc."

sábado, 11 de julho de 2009

Finalmente...

Finalmente para todos os assíduos fãs de Family Guy e de Star Wars,que esperaram tanto uma continuação de Blue Harvest (grande sacada da equipe do Family Guy - para quem não sabe, esse nome foi usado para despistar a imprensa na produção de O Retorno de Jedi), Seth MacFarlane orgulhosamente apresenta:



"Não podia deixar de postar."

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Fim, Começo e Meio....

Acho que o mês de julho nós fez voltar a pensar, inicio das férias de muitos, alguns terminando cursos, outros se preparando para o vestibular (dica: veja o post abaixo) e decidindo novos rumos, até este blog tem seus momentos de boas intenções.

Sendo assim estava eu pulando de site em site, quando achei uma matéria interessante na INFO, que acho que deve ter mérito nesse blog, por que de um jeito ou de outro estamos falando do mesmo assunto.

O vídeo tem 20 minutos, é um monte de coisa que você já ouviu, já sabe, e teima não aceitar, por isso resolvi colocalo aqui, pois se 2012 não acontecer, vou ter que montar um blog só sobre esse novo assunto.



Sei que não fará diferença para muita gente, me incluindo na lista, mas quem sabe eu acorde alguém que fará... deixo então esse post de reflexão...

Boa Noite, e me desculpem pelos erros de português.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

números primos

Este não é um blog de cavaleiros nerds? Pois então, mais um tema de nossa incrível tapeçaria de conhecimento nerd.
A própria aritmética resistirá ao apocalipse, mas nós não.
E se existe um mistério para cuja resolução (até 2012, claro) me mantenho cético é justamente o dos números primos.
Segue algo do meu blog defunto a respeito:

2, 3, 5, 7, 11... Diz-se que um inteiro positivo p > 1 é um primo se, e somente se, 1 e p são os seus únicos divisores positivos. Por que, afinal, uma sequência numérica infinita dessa natureza é capaz de exercer tanto encantamento por gerações? Que inquietante propriedade é essa que, ao passo de um enunciado simples, traz em si uma complexidade descomunal?

A julgar que todo número natural maior que 1 pode ser descrito como um produto de fatores primos, a chamada forma canônica, não à toa esse tipo de formação recebe uma atenção especial. Assim, por exemplo, poderíamos decompor os naturais 588 e 936 de modo canônico:

588 = 2².3.7² , 936 = 2³.3².13

Modernos sistemas de criptografia se valem da forma canônica para garantirem segurança a elementos confidenciais como senhas de bancos ou documentos críticos. Vejamos como funciona: dada uma coleção de números primos satisfatoriamente grandes, selecionamos dois ou mais deles ao acaso e os multiplicamos; assume-se então que a informação de subsídio – aquela que camufla a informação verdadeira – seja esse produto obtido e que a informação verdadeira seja os fatores primos escolhidos ou alguma relação pré-determinada entre eles.

Vejamos o seguinte exemplo: nossa lista conta com números primos que, a rigor, são grandes o suficiente para a necessidade do que pretendemos tornar seguro. Suponhamos que, dentre eles, escolhemos de modo randômico 82763 e 104729, o próximo passo é multiplicá-los:

82763 . 104729 = 8667686227

827633 e 104729 são, de algum modo, o que desejamos ocultar, podem conter em si desde o segredo numérico que protege a Monalisa no Louvre até um texto militar cifrado. O raciocínio é simples: dá muitíssimo mais trabalho encontrar os dois únicos fatores de um número grande do que multiplicar esses mesmos fatores - o diferencial entre as duas tarefas chega a ser apelativo.

Um ladrão ou interessado em geral dedicaria meses de trabalho manual para descobrir, mesmo detendo a informação de subsídio 8667686227, que 82763 e 104729 fazem parte deste último. Se porventura decidisse criar um programa de computador otimizado para esse fim, aumentássemos dois algarismos de cada fator e dias inteiros de cômputo seriam acrescentados, tempo suficiente para uma troca de segredo usando a mesma estratégia.

Isso acontece porque a otimização, em se tratando de números primos, ainda é muito embrionária. O máximo que se pode reduzir do cálculo de n são todos os números maiores que sua metade [(n/2) para os pares e (n – 1)/2 para os ímpares] e, do que sobra, todos os pares diferentes de 2. O decréscimo é de aproximadamente ¾ no campo de pesquisa, o que não implica na mesma redução para os esforços de pesquisa.

O mistério dos números primos passou a ser considerado o maior problema matemático de todos os tempos. Em meados do século XIX, o alemão Bernhard Riemann formulou uma hipótese: é possível uma harmonia linear entre esses números, à semelhança da harmonia musical. A partir de então, as mentes mais ambiciosas da matemática embarcaram nessa procura que parece não ter fim. Atualmente, estipula-se o prêmio de um milhão de dólares para quem provar a hipótese.

O maior primo de que se tem notícia foi recentemente calculado por um cluster de 700 computadores da Universidade Estadual do Missouri (EUA). A monstruosidade numérica tem 9152052 dígitos e segue a hipótese de Riemann. Mesmo assim, a contribuição computacional é parca nesse sentido, uma vez que um computador avançado é capaz de, no máximo, determinar que primos gigantescos obedecem à hipótese, mas não garante que o mesmo ocorrerá com o próximo. Pode se tratar de uma busca infinita, à base de força bruta, e justamente por isso é que a recorrência à prova é algo aparentemente teórico.

Primos representam hoje uma mística parecida à cultuada pelos pitagóricos, sua asserção de que todo número encontrado na natureza possuía finitas casas decimais e seu vislumbre ao constatarem a irracionalidade da raiz de 2. Sua simplicidade traiçoeira chega a parecer coisa de outro mundo: Carl Sagan, em sua obra de ficção Contato, descreve os primeiros indícios de comunicação extraterrestre consciente como uma transmissão de números primos através de ondas de rádio vindas do aglomerado de Vega.

Sagan aponta uma razão forte para esse tipo de aparição: se desejam realmente ser notados, estabelecer contato, os membros de outra civilização poderiam fazer isso simplesmente brincando com nossa aritmética. Nada melhor do que números primos para esse tipo de feito, afinal é difícil imaginar que algum tipo de fenômeno natural (não artificial) produza séries numéricas que, só para começo de conversa, excluem qualquer par à exceção de 2.