Sem patriotismo exagerado, o hino nacional brasileiro é uma das mais belas composições que conheço no gênero. Se sua letra volumosa, exultante, poética e particularmente pacífica - boa parte dos hinos internacionais evoca conflitos passados quase sempre em teor bélico, vide o famoso refrão lusitano, "às armas! às armas!" - passa despercebida aos não-falantes de língua portuguesa (tá certo, a maioria dos falantes também não entende bulhufas), resta um complexo e maravilhoso tema musical bem desenvolvido, típico da formação sinfônica. Arrisco a dizer que, à exceção do hino nacional e do recorde mundial do Cielo, penso seriamente se algo mais me orgulha em ser brasileiro.
A seguir, duas pessoas que vivem de música e a forma como tratam a referida peça.
Primeiro, um amigo meu interpreta a Grande Fantasia Triunfal sobre o Hino Nacional Brasileiro do compositor, pianista e regente norte-americano Louis Moreau Gottschalk (1829-1869). Depois, a eterna Vanusa faz seu show particular na Assembléia Legislativa de São Paulo.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
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