sábado, 2 de janeiro de 2010

two cult tips

(I)

Nosso amigo Evandro deixou claro no último post - que já não é mais o último e, aliás, é o primeiro do ano - que nosso objetivo é levar bom humor até o fim do mundo. De fato, é. Suspeito seriamente que um xarope qualquer da faculdade surrupiou-me uma convocação de autópsia engraçadíssima que acabei não tendo tempo de escanear para postar aqui. Resolvi então correr atrás dela na net e eis que chego a este sítio no mínimo cursioso que, por ora, me ofuscou o nobre propósito original.

Sem nada para fazer em pleno segundo dia do antepenúltimo ano da história da espécie, aproveitei para navegar e sinceramente não encontrei nenhum padrão comum que justificasse a natureza desta pérola internáutica que vos trago. O negócio é pluritemático mesmo, vai desde etiqueta básica, passa por recomendações de solução informatizada indo até ousadas sugestões de alternativas energéticas. Deve ter muitas outras coisas legais, confira se tiver paciência.

(II)

Um pouco mais na linha séria da coisa, trago algo realmente inspirador. Lembro com exatidão os benefícios e o poder de influência que Cosmos exerceu sobre minha adolescência. Cosmos é uma série televisiva setentista de treze episódios variados, sob o comando da figura carismática do astrônomo estadunidense Carl Sagan. Já se vão quase trinta anos desde sua produção e seu poder preditivo e aplicabilidade nas questões recentes do homem e ainda surpreende a muitos. Ali, os pilares fundamentais da ciência verdadeira são apresentados com clareza e dinamismo, sugerindo o casamento ideal entre ceticismo e admiração. O roteiro tem valiosa contribuição de Ann Druyan.

Abaixo, a histórica declaração do Dr. Sagan em plena Guerra Fria convocando à unidade humana no último episódio. Não morra sem desfrutar deste tesouro que é Cosmos. Isto é, veja no máximo até o apocalíptico ano de 2012. E feliz 2010 aos queridos leitores, razão de ser do blog.

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